Visitas

Quão doce seria
Expirar à leve, fria
E noturna brisa
E elevar-me às estrelas
Tão mais leve que o ar
Refrescando-me ao roçar nas nuvens
Refletido à branca luz da lua

E do alto contemplar
O corpo empalidecido
Já sem vida, tão sem rima
Fim de todo sofrimento
— O sorriso do cadáver —

Ah! Que paz deverá ser
O noturno fenecer
Silencioso despedir-se
Sutil desprender-se

De ti.

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