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Deixo a triste música ao fundo
Do poço em que cheguei
E ao que já me acostumei
Testemunhar minha última irrelevância

Na solidão escura da despedida
É tão clara a imagem
Do teu rosto furtivo ao solo
Num parque em que nunca estive

Não deixo ninguém (triste)
Amar-me era um desses fardos
Que nem o sangue
Quis para si abraçar

Foi quando parei de abraçar...

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