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A escrita com rima e poesia
Essa que achas tão bela ambrosia
Ah se soubesses o quanto é resto
E réstia de tanto o que me violenta
Não mais a verias poesia
E nem poesia haveria

Vítima, cadáver da surra
Afetiva e insana que levo na rua
É mais um mosaico essa estrofe
De hematomas e cortes
De tudo o que vi e jamais tu verás
Do que nada senti
— Todos experimentaram

O melhor destas linhas
Ficou no não-dito
O melhor do teu corpo
Ficou no inaudito
E o poeta maldito
Só à sombra
De quem só o assombra

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