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Sai a sereia do sal
Suada ao sol
Traz os suaves seios
Na sinuosa silhueta
Sem saber
Que deixa seca
A boca
Sem beijo nem saliva
Do marinheiro
Que te seca
E não se molha

Mais valia morrer pelo canto
E não vê-la
Que morrer por contemplá-la
E não ouvi-la
Dizer-me
Não te posso, não te quero

Bócio, desespero

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