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Nun canto necrosado
Do meu coração já esgotado
Fiz singela capela onde venero
A que não mais ainda quero

À meia luz do candelabro
À penumbra da carne rubra
Habito o mosteiro macabro
Onde o fantasma poeta lucubra

Vem, assombra-me e me inquieta
Sussurra segredos no escuro
Mostra-te enfim!

Dá-me tua mão fria e arquiteta
O fim desse poema obscuro
Prostra-te
Sobre 
Mim
...

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