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Moinho de cana
Não me engana
Faz do coração bagaço
Só pra beber o caldo
Ela que me põe no meio
Das pernas e me espreme a cana

Moinho de cana
Vai girando, vai moendo
Vou gritando, vou morrendo
E o copo vai enchendo
De quê? De lágrima
E de cana

Moinho de cana
Enferrujado
Morreu o moedor
Ou acabou-se a cana?
Foi-se quem bebesse
Que o que era doce
Amargou

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