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O amor é como a morte
Chega esmurrando
No rosto, à traição
E não adianta dizer não

Gosta da noite, da madrugada:
Toca a campainha, telefona
É saudade
Ou é velório?

Morre-se de amor
Ama-se até a morte
Não é o amor a morte da razão?
E o que será, do amor, a morte?

Tem o gosto
Do beijo dos amantes
Gosto de rosas
Que jazem nos buquês
Que dão vida ao enterro

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